Poemas Tranquilos
Poemas que trazem quietude e admiração gentil.
Água, chuva, árvores, uma manhã em que ninguém falou ainda. Cada poema sobre a natureza é um lugar de descanso — uma linha, um respiro. Escritos por Pemba Umoja, em português e de leitura livre. Leia devagar, como quem caminha à beira da água.
- Um Banco ao Sol
- Caminhe Comigo
- Ao Meu Lado
- Assento à Beira-mar
- Lar
- Sinta o Mar
- Árvores Interiores
- Ver o Mar
- Sonhador Sonolento
- Ondulações
- Bill
- Navegando Rumo a Órion
- Rumo ao Haleakalā
- Mais um momento
- Um Momento Mais
- Devaneio
- Rarotonga
- Preso numa Nuvem
- Praia de Água Quente
- Flutuando
- Engolfado
- Ondas Sussurrantes
- Costa do Pelicano
- Quando
- Folhas Verdes
- Navega
- Vento
- Pai
- Concha de Mexilhão
- Cidadezinha Sonolenta
- Nas Pontas dos Pés
- A Estrada para Kimony
- Devagar
- Sê Meu Amigo
- O vencedor
- É
- Um Lar
- Jangada
- Um Caminho em Colique Cane
- Vale Escondido
- Outono no Parque Komazawa
- Cervo
- Lago Frío
- Lobos na Playa de Bikini
- Posta de Cangrejo
- Colônia ao Entardecer
- Eu sou um Terráqueo
- Anjo Partido
- Bem-Vindo ao Lar
- Lago de Esmeralda
- De Volta a Mim
- Mãe
- Aromas
- Sussurro
- Árvore Avô
- Viajantes
- O Homem na Praia
- Encerrando
- Noite da Lua de Morango
- lua
- Paz
- Gotas de Chuva
- Minha riqueza dorme diante de mim
- Bala de anos passados
- Dança do Vento
- Ainda Azul