A Ampulheta

Onde o amor sobrevive às areias do tempo

A Ampulheta — a poem by Pemba Umoja

Coloquei a ampulheta na sua borda
e observei a areia passar.
Para tudo há um fim,
reflito.
Mas no teu olhar e no meu amor por ti,
as areias da ampulheta alcançam
milhas além do céu.
A partícula da minha vida é a
primeira das areias a cair,
mas o meu amor por ti
enche todas as areias, a própria ampulheta,
e até a mão do destino que
gira para cá e para lá—
pois o meu amor em ti

não pode vencer.

A poem by Pemba Umoja