{"line1":"A linguagem dos sonhadores","line2":"dançarinos poetas","line3":"derrete na boca","line4":"como granita helados","line5":"A linguagem dos engenheiros","line6":"corta o palato","line7":"como parafusos","line8":"Todos sangram","line9":"Que alvoroço fazem","line10":"quando se acasalam","line11":"Dizem que","line12":"opostos se atraem","line13":"Amantes e engenheiros","line14":"alto e suave","line15":"áspero e liso","line16":"bem e mal","line17":"Salve-nos todos","line18":"quando a mente","line19":"sustenta mais de uma linguagem","line20":"que dança áspera","line21":"mais como uma luta livre","line22":"até que alguém é imobilizado","line23":"e alguém respira de novo","seoTitle":"A Linguagem dos Sonhadores — Um Poema sobre Opostos e Dualidade Interior","seoDescription":"Um poema sobre o choque entre sonhadores e engenheiros, o suave e o áspero, e a bela luta de sustentar mais de uma linguagem na mente.","keywords":"poema linguagem dos sonhadores, poesia opostos, poema dualidade interior, sonhadores vs engenheiros"}